Ajudo profissionais e organizações a comunicar com mais impacto e precisão para decidir com mais critério.
O meu trabalho combina linguagem e IA aplicada a negócios e educação.
Nos últimos 20 anos, tenho trabalhado com equipes comerciais no mercado de educação linguística no Brasil e na Europa. Hoje presto consultoria em comunicação executiva, inovação e transformação digital a empresas e ao setor de educação.
Formação:
• Mestrado em Educação Linguística, University of Chichester
• MBA em Gestão Estratégica e Inteligência Artificial, UFJF
• Licenciatura em Letras, especialização em Educação Bilíngue
Sou escritor e ensaísta, colunista da Folha Vitória, colaboro com o Le Monde Diplomatique Brasil e com o jornal Correio da Bahia.
Apresento o e-loquente cast, videocast e podcast presente em todas as plataformas.
Sou trilíngue em português, inglês e italiano e, mais que isso, compreendo os contextos culturais que cada língua carrega.
Se precisa entender onde a IA está mudando a sua área, e o que faz envolve estratégia, educação, linguagem, idiomas e comunicação, escreva-me.
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O mercado de bilinguismo nas escolas privadas brasileiras cresceu por aquisição e empacotamento de produto, não por solidez pedagógica. O argumento central é duplo.
Primeiro, a escassez estrutural de professores com proficiência B2 exigida pelo Parecer 2/2020 do CNE está a produzir um padrão previsível de falência pedagógica em três anos, o “Muro dos 3 Anos”.
Segundo, a tecnologia de tradução em tempo real está a amadurecer rapidamente e vai corroer, ao longo desta década, o valor percebido do bilinguismo puramente instrumental de classe média.
A palestra termina com um roteiro para editoras, franquias e escolas que querem migrar do modelo de volume para um modelo de formação de capital humano e de competências pós-bilinguismo.
Os modelos de IA que a tua escola ou empresa já usa foram treinados maioritariamente por meio de textos em inglês que refletem a ciência e a cultura norte-americana e eurocêntrica, excluindo o Sul Global, e isso molda que tipo de respostas eles consideram razoáveis.
Esta palestra mostra o que está em jogo quando adotamos tecnologia sem perguntar em que idioma e cultura ela opera, e o que instituições brasileiras podem fazer com a margem de manobra que ainda têm.
Indicada para congressos de educação, eventos de inovação e fóruns corporativos sobre IA.
A crise de professores no Brasil não é falta de vocação. É o resultado de décadas de decisões estruturais que precarizaram a carreira e esvaziaram a formação.
Esta palestra nomeia as causas que costumam ficar fora do discurso institucional e propõe pontos de intervenção reais para redes de ensino e secretarias de educação.
Uma parte significativa dos brasileiros escolarizados, incluindo profissionais com formação superior, tem dificuldade real de interpretar textos complexos.
Esta palestra expõe o problema sem eufemismo e liga o tema diretamente à comunicação executiva e à produtividade dentro das organizações.
Uma leitura crítica do mercado de educação bilíngue no Brasil, feita por quem já esteve dos dois lados do balcão.
Para pais que decidem sobre a formação dos filhos e para escolas que precisam de argumento honesto em vez de discurso publicitário.
A maior parte do discurso sobre bilinguismo oscila entre folclore motivacional e jargão neurocientífico decorativo.
Esta palestra apresenta o que 8 estudos revisados por pares, de 2004 a 2026, mostram de facto sobre o cérebro bilíngue, da reorganização estrutural ao limite real da proteção contra o Alzheimer. Não protege. Compensa, até se esgotar.
A maior parte do discurso sobre bilinguismo oscila entre folclore motivacional e jargão neurocientífico decorativo.
Palestras customizadas sob encomenda após análise de necessidades do cliente e contratante.
Programa de 8 horas de formação em comunicação executiva já testado e validado em campo, com apostila, fichas de role play e avaliação de resultado.
Adaptável a equipes comerciais, corporativas, B2C e B2B, que precisem de comunicar com mais precisão e presença.
Formação prática para equipes de atendimento e vendas em contextos do mercado privado de educação.
Treina times para responder com segurança às objeções mais comuns de pais e alunos, adotantes de soluções didáticas, gestores de escolas e faculdades sobre preço, método e resultado, com fichas de role play prontas para uso imediato.
Duração de 8 horas.
A maioria dos professores usa IA aceitando a primeira resposta que ela devolve.
Este treinamento ensina a formular instruções com rigor pedagógico, para que a IA sirva ao ensino em vez de substituir o pensamento de quem ensina.
Este treinamento de 8 horas combina uma palestra de abertura sobre as funções diversas de uma empresa e as suas diferentes perspectivas sobre um mesmo cliente.
Com base no livro “O Caminho do Cliente”, de Ricardo Pena, Fabrício explora, através de workshops práticos a dor do cliente, a sua jornada, o que sabemos juntos que antes não sabíamos separados, o que cada membro do time e cada setor assumirão como compromisso.
É a jornada do cliente como ponto de convergência.
Treinamentos customizados sob encomenda após análise de necessidades do cliente e contratante.
Curso baseado no livro Mente + Emoção + IA = IH.
Ensina o educador a integrar cognição, emoção e ferramentas de IA como sistema único de decisão pedagógica, em vez de tratar a tecnologia como substituto do julgamento humano. Oficina de 8 horas de duração.
Curso curto para pais que querem decidir melhor a escola bilíngue ideal aos filhos.
Traz os critérios de avaliação desenvolvidos no livro “Por que (não) matricular o teu filho numa escola bilíngue?”, com checklist prático para separar proposta pedagógica real de discurso de marketing.
Duração de 4 horas.
Para profissionais que precisam de escrever bem e de se posicionar publicamente com autoridade em norma culta.
Ensina a combinar norma culta europeia e brasileira e léxico brasileiro como marca de voz, não como regra decorada.
Duração de 10 horas.
Cursos customizados sob encomenda após análise de necessidades do cliente e contratante.
Avaliação dos vieses culturais e linguísticos embutidos nas ferramentas de IA que a tua instituição já usa ou está prestes a adotar, antes de as impor a professores e alunos.
Diagnóstico crítico da proposta de valor da escola, com recomendações concretas para substituir discurso genérico sobre bilinguismo por argumento diferenciado e defensável.
Acompanhamento para profissionais e lideranças que operem entre português, inglês e italiano, cobrindo apresentações, negociação e comunicação em momentos de crise.
Acompanhamento para profissionais e lideranças que operem em português brasileiro, mas que necessitem de fazer apresentações, negociação, e comunicação escrita ou oral na norma culta e padrão da língua portuguesa.
Consultorias sob encomenda após análise de necessidades do cliente e contratante.
Professor da Ufes diz como identificar uma escola bilíngue de verdade e como evitar o “bilinguismo de fachada
https://www.folhavitoria.com.br/educacao/professor-da-ufes-diz-como-identificar-uma-escola-bilingue-de-verdade-e-como-evitar-o-bilinguismo-de-fachada/
Neste programa inicial do Café com o Leite conversamos com o professor e pesquisador da educação Fabrício Zavarise. Com longa experiência no Brasil e uma sólida formação na europa, Fabrício e Daniel Leite bateram um papo leve e descontraído sobre o contexto atual da educação privada no Brasil.
Espero que gostem!
https://www.youtube.com/watch?v=fjlY2J1ieRQ&t=17s
Imprensa
Dirigido a pais que pagam mensalidades premium sem critérios para avaliar o que compram, sustenta que o mercado brasileiro de escolarização bilíngue é uma bolha construída sobre marketing e mão de obra desqualificada. Não é um livro contra o bilinguismo, celebra a aprendizagem real de línguas ao denunciar a sua versão comercial predatória.
Em 20 capítulos, percorre a história do mercado, a taxonomia dos 4 formatos de programa bilíngue, os fatores do colapso estrutural (gargalo docente, licenciaturas que não preparam, o Muro dos 3 Anos) e comparações regulatórias internacionais.
Fecha com critérios objetivos para o pai avaliar uma escola e as perguntas certas antes de assinar o contrato.
Partindo do diagnóstico de Brynjolfsson e McAfee sobre a Segunda Era das Máquinas, propões a Inteligência Híbrida como arquitectura para o ensino, em que a tecnologia serve de parceira funcional e o julgamento humano permanece decisivo.
Ao longo de 25 capítulos discute a “gaiola de vidro” de Nicholas Carr, a atrofia de competências por dependência tecnológica, e a mente superficial como produto de uma ecologia digital treinada para a velocidade.
O livro fecha em manifesto. Recusa apresentar a IH como solução definitiva e assume-a como postura, a decisão de manter o professor no centro da equação enquanto as máquinas ocupam as margens.